Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

Para uma filha especial

Hoje apeteceu-me gritar ao mundo inteiro como és especial, um ser humano maravilhoso e como tenho orgulho em poder dizer que és minha FILHA!
Desde que nasceste que vimos que os teus olhinhos azuis eram capazes de encher o mundo ( o nosso) de alegria e que mostravam sempre um brilho tal que conseguiam iluminar-nos o caminho. Pareciam duas estrelinhas a brilhar.

E um sorriso sempre presente… que impunha ser olhado. Como um diamante numa montra.

Foste crescendo, em tamanho e em bondade, e tornaste-te numa mulher fantástica, admirada e amada por todos os que contigo convivem.
Tens sempre uma palavra acertada. Uma piada infalível. Um olhar cúmplice.  A atitude determinada. A alma aberta. O coração honesto. Um miminho que me aquece a alma e me enche o coração de alegria.
E sei que os nossos caminhos nunca se separarão, até ao fim dos meus dias. És a minha filha querida mas também a minha melhor amiga, aquela com quem partilho tudo o que sinto. Aliás, nem sequer preciso falar...quantas vezes apenas com um olhar adivinhas o que estou a sentir no momento.
As cumplicidades, gargalhadas, medos, decisões, esperanças, desejos, segredos… partilhas que contam duas histórias, que se unem numa só. A nossa vida, na qual temos estado sempre juntas, apesar da distância que nos separa a maior parte dos dias. A vida é assim e a minha jornalista tem que desbravar o seu caminho onde o seu talento faz falta.

Para ti, deixo esta mensagem de admiração, orgulho e um amor infinito:
Juntas mudamos o mundo. O nosso mundo.

Juntas vencemos medos. Os nossos medos.
Juntas conquistamos sonhos. Os nossos sonhos.

Sei que não preciso dizer mas...Estarei sempre aqui para ti!



 

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Sexta-feira, 4 de Julho de 2008

Segredo da Felicidade

 

 

Tenho ouvido dizer (e acredito!) que o Segredo da Felicidade está em viver plenamente as pequenas coisas com que os dias nos brindam, cultivar as amizades autênticas, contemplar a natureza, cumprir com o dever, ter um comportamento íntegro, Amar desinteressadamente, Amar genuinamente, Amar, Amar, Amar...

Então porque persistem algumas pessoas no erro de acreditar que podemos encontrá-la nos fenómenos extraordinários, nos lugares exóticos, na mudança social, no acumular riqueza, na mentira, no engano, na ofensa...?! Parece simples mas afinal ...

 

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Sexta-feira, 28 de Março de 2008

Amor, love, amour

Não sei explicar o porquê mas, para muitas pessoas, a palavra "amo-te" é difícil de pronunciar. Parece que está em desuso, fora de moda, desactualizada ou temem parecer lamechas/pirosas.

Parece que já não vivemos na época do amor, passamos pela era do adoro-te, do gosto-te, do quero-te. Amor tornou-se cliché. Escreve-se sobre o amor com muito mais frequência, mas confundem-no com paixão.

Oh, saudades dos lenços de namorados, das cartas de amor da época em que não havia sms ou mails  e, no entretanto, tudo se perdeu. Dizer hoje que te amo é invocar uma marca comercial com direitos de autor e o amor tornou-se banal. Dizem que «amo-te» não lhes soa bem, que o português não tem música, que não ressoam sininhos.

Proliferam «I love you » e «Je t’aime » sob o mote da caça à musicalidade do amor. E a Língua Portuguesa tem afinal tanto som, tanto paleio, cujo «amo-te» torna-se belamente pronunciado, requerendo movimentos de lábios fortemente entrincheirados e ouve-se então a intensidade do amor, palavra saboreada em português. O amor não precisa que inventem novas palavras, novos pseudónimos, nem que soe a notas musicais. O amor está cansado de ser a emoção cliché. Amar precisa de ser invocado, de ser sentido, de ser entoado com a alma e soar a um «amo-te» tão querido, tão intenso, tão português.

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Quarta-feira, 19 de Março de 2008

DIA DO PAI

PAI…
Hoje os cabelos brancos
estão a aparecer
de uma forma tão impetuosa
que não pode ser detida.
Olho-te
e vejo que já não tens a força de outros tempos.
Mas o amor continua lá, intacto.
O tempo  ensinou-te as experiências mais belas,
que me transmitiste ao longo dos anos.
A ti, meu pai,
que sempre estiveste presente
mesmo quando eu não entendia,
cada momento em que te aproximavas
para cuidar de mim mesmo sem me aperceber,
sempre senti as tuas palavras no meu coração…
A ti, meu pai,
que com respeito
me viste crescer e deixaste sempre
que tomasse as minhas próprias decisões,
dedico todo o meu carinho.
Lembra-te, meu pai, que sempre te amarei.
Às vezes o coração não sabe dizer, só sabe sentir…
Teu amor é tão grande,
que transparece em cada olhar,
em cada gesto que fazes,
PAI...
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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008

Queridos Pais

Visitei os meus pais no passado fim de semana. Embora me custe este constante "andar com a tralha às costas" é sempre bom estar na casa que ainda considero minha e onde cada objecto está ligado a alguma história que recordo com carinho.

Estava a conversar com a minha mãe, as duas sentadas à lareira a "pôr a escrita em dia" e, durante uma das infindáveis novidades que sempre tem para me contar, dei por mim a olhá-la com olhos de ver. E reparei, talvez pela primeira vez, que a minha querida mãe está a envelhecer. Os anos vão passando e, embora por vezes não nos apercebamos, vão deixando a sua marca.

Dessa constatação, passei a pensar no meu pai, outrora tão forte e activo e agora também já um pouco vergado pela idade e pelas maleitas que vão aparecendo.

A minha mãe ia continuando a sua dissertação e eu ia acenando com a cabeça, dando sinais de a estar a ouvir atentamente, mas isso não podia ser menos verdade. Pensava na sua força, sempre presente quando era necessário, em todas as decisões acertadas que tomei seguindo os seus conselhos, em todas as vezes que ela me enxugou as lágrimas e me assegurou que tudo ia passar e que o sol ia brilhar novamente. E no meu pai, reservado, mas em quem um simples olhar diz mais do que mil palavras.

E senti uma tristeza profunda quando o pensamento de que não os terei junto de mim até ao final dos meus dias ( caso a natureza siga o seu rumo natural, claro!) me encheu a mente e sei que não estou preparada para a chegada desse dia. Sei que nunca vou estar preparada para a chegada desse dia que, espero, venha a acontecer apenas daqui a muitos anos. Não consigo (nem quero) imaginar a minha vida sem a sua presença.

Parece ridículo mas foi subitamente que tomei consciência de que os meus queridos pais não são imortais como eu desejaria e, à abalada de regresso a casa, o abraço que lhes dei foi ainda mais apertado do que o costume.

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Terça-feira, 8 de Janeiro de 2008

ACEITO!

 Hoje em dia a lei não permite que duas pessoas se casem sem hipótese de desfazerem o casamento. Não é possível, perante a lei, casar para sempre.

É capaz de ser complexo explicar como se chegou a este estado. Mas é bem mais fácil comprovar os efeitos que o divórcio tem tido na nossa sociedade. Nas nossas crianças, nos que cresceram desequilibrados, nas confusões mentais, na perda da segurança. Não é sem enorme prejuízo que se anula a família, a qual, por sua natureza, se fundamenta num laço inquebrável - a única coisa que permite a estabilidade indispensável à constituição de um lar e ao crescimento de novos seres. Um professor espera, mais cedo ou mais tarde, problemas num aluno cujos pais se divorciaram.

Vamos supor que a lei nos autorizava a fazer duas coisas quando estivéssemos para casar. Uma delas seria o contrato que agora existe e pode ser anulado com maior ou menos facilidade. A outra, um pacto inquebrável, que impedisse os que se casam de virem a casar mais tarde com outra pessoa qualquer, a não ser por morte do seu cônjuge.

Vamos, ainda, supor que dois jovens se amavam. Ele pedia-a em casamento e ela, naturalmente, perguntava qual das duas espécies de casamento lhe propunha ele.

Parece-me que se podia gerar uma situação embaraçosa... Que responderia o rapaz à sua bem-amada? Seria capaz de lhe propor o casamento descartável? Isso não seria uma manifestação de que o seu amor não era bem... amor?

Que resposta esperaria cada uma de nós se fossemos a jovem em questão? Não teria estado a sonhar com um amor para toda a vida?

Sucede que o amor do casamento é de tal forma que não admite meias-tintas: se existe é para sempre. Se aquilo que se entrega não é tudo, esse amor não tem a qualidade necessária para se tornar no fundamento de uma família. Não pode ser alicerce nem raiz. Não será fecundo. Dará frutos apodrecidos, como, infelizmente, temos verificado tantas vezes.

O amor não admite o cálculo. Não faz contas. O amor é louco.

"É uma loucura amar, a não ser que se ame com loucura", dizia o velho adágio latino. Mas hoje cometemos a loucura, e a tolice, de amar sem loucura... Fazemos as nossas contas e os nossos cálculos. Avançamos as peças do nosso xadrez, mas com o cuidado de prevermos uma escapatória, para o caso de ser preciso bater em retirada.

Medo de que o casamento não corra bem?... O amor e o medo não podem andar juntos. Quem tem medo não entende nada de amor. Amar é, precisamente, não ter medo. É acreditar que se possui uma força imensa. Quem ama sabe que é também possuído e protegido pelo amor. E que, por isso, caminha noutra altura; voa por cima dos gelos, dos salpicos das ondas, das pedras aguçadas. Vai por cima de um mundo muito pequeno, nas asas um fogo, em mãos de fadas. Possui outra dimensão. Parece-lhe que quem não ama é um morto-vivo...

Somos capazes de um amor assim. Somos capazes de jogar a vida inteira no consentimento matrimonial. Somos capazes de incluir todo o nosso ser numa palavra que dizemos. E de tornar de aço essa palavra pelo tempo fora, através de todos as dificuldades.

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Quinta-feira, 1 de Novembro de 2007

Depois dos 40

"Amor não se implora, não se pede, não se espera...
Amor se vive ou não.
Ciúme é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.
Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para
mostrar ao homem o que é fidelidade.
Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.
As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.
Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
Água é um santo remédio.
Deus inventou o choro para o homem não explodir.
Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.
Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.
A criatividade caminha junto com a falta de grana.
Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.
Amigos de verdade nunca te abandonam.
O carinho é a melhor arma contra o ódio.
As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.
Há poesia em toda a criação divina.
Deus é o maior poeta de todos os tempos.
A música é a sobremesa da vida.
Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.
Filhos são presentes raros.
De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças a cerca de suas ações.
Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que
abrem portas para uma vida melhor
O amor... Ah, o amor...
O amor quebra barreiras, une facções,
destrói preconceitos,
cura doenças...
Não há vida decente sem amor!
E é certo, quem ama, é muito amado.
E vive a vida mais alegremente..."

Recebi por mail este texto de autor desconhecido mas julgo que ilustra muito bem como é a vida depois dos 40. Nem melhor, nem pior...apenas diferente e com mais sabedoria.


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Quarta-feira, 4 de Julho de 2007

Saudade

Há poucas horas que partiste mas não quero esta distância que se atravessa entre os nossos corpos, mas não separa as nossas almas. Gosto de te ter ao meu lado, olhar o teu rosto onde adivinho expressões tão familiares, sentir o calor da tua carícia que me aquece e reconforta.

Sem ti fico fraca, dói-me sentir-te em mim mas saber que estás longe e não posso ver-te à minha espera, paciente. Não posso sentir o teu abraço que me acolhe num aconchego tão perfeito que me parece magia, num aconchego que pensei ser impossível existir, como peças que se encaixam na perfeição.

Preciso da tua tranquilidade em mim, da tua alegria para queimar as minhas tristezas, do teu sorriso pra me fazer esquecer os meus dissabores, da tua mão, do teu beijo, de ti...preciso de ti, para me levares contigo para esse teu mundo caloroso onde é tão fácil viver.

E adoro o nosso mundo, pequeno mas inteiro, onde cabemos os cinco. Aquele nosso mundo inteiro que ilumina e arde, envolve e aconchega, alegra e aquece, cria vida em mim, na minha alma, que só na tua se espelha.

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Domingo, 22 de Abril de 2007

Ainda o amor...

Não podemos nunca confundir o amor com a paixão dos primeiros momentos porque essa, inevitavelmente irá desaparecer. O verdadeiro amor cresce na medida em que os dois estão mais unidos, porque partilham mais, porque se conhecem melhor. Mas para partilhar é preciso dar. Dar é a chave do amor. Amor significa sempre entrega, dar-se ao outro. Só pelo sacrifício se conserva o amor mútuo, porque é preciso aprender a passar por alto os defeitos, a perdoar uma e outra vez, a não devolver mal por mal, a não dar importância a uma frase desagradável, a um gesto mais brusco... Por isso o amor também significa exceder-se, fazer mais do que é devido.

Quando uma pessoa diz a outra que a ama, a própria linguagem supõe a expressão "para sempre". Não tem sentido dizer:" Amo-te, mas provavelmente só durará uns meses, ou uns anos, desde que continues a ser simpático e agradável, ou eu não encontre outro melhor, ou não fiques feio com a idade. Um "amo-te" que implica "só por algum tempo" não é um amor verdadeiro. É antes um "gosto de ti, agradas-me , sinto-me bem contigo, mas de modo algum estou disposto a entregar-me inteiramente, nem a entregar-te a minha vida".

Porque é mesmo disso que se trata no que toca ao verdadeiro amor.

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Amor...

"Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos. Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz sofrer. O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer. (...) Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado. O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca."

(Antoine de Saint-Exupéry, in 'Cidadela')

Que poderia eu acrescentar a palavras tão belas e sábias? Absolutamente nada.

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