Todos temos conhecimento de que as leis do divórcio cada vez estão mais simplificadas para pouparem os casais a um arrastamento dos processos que apenas servia para encher os bolsos aos advogados. Os motivos que levam as pessoas a dar esse passo que, acredito, nunca será fácil podem ser as mais variadas, umas mais graves, outras mais simples. Apesar de tudo isto fui apanhada de surpresa pela seguinte notícia:
Na Arábia Saudita, uma mulher que assiste a um programa de televisão apresentado por um homem não é digna de manter o casamento. Foi o que aconteceu na passada semana, segundo relata o jornal «Al-Shams».
O homem ficou revoltado ao saber que a esposa tinha assistido a um programa de televisão que era apresentado por um actor masculino.
O casamento acabou nesse momento: as rigorosas leis islâmicas dizem que é estritamente proibido que uma mulher casada fique sozinha com outro homem. Mesmo que esse homem esteja na televisão, e a vários quilómetros de distância, e mesmo que o programa seja sobre culinária... Isto porque na Arábia Saudita os homens podem divorciar-se sumariamente, sem levar o caso a tribunal.
Simplesmente extraordinário que numa era tecnológica como esta, em que a evolução é galopante, ainda persistam costumes retrógados como este!
Segredos. Pequenos, grandes, insignificantes, importantes...todos os temos.
Todos temos uma gaveta secreta dentro de nós onde guardamos estes pequenos pedaços do nosso ser. Guardamos nela todas as coisas que são só nossas e que não queremos partilhar com ninguém.
Segredos claros ou escuros, ardentes ou gélidos, doces ou amargos, bons ou maus...
Segredos que não confessamos apesar de, por vezes, termos vontade de os gritar mas que enterramos longe da nossa consciência mas perto do nosso coração.
Segredos são pedaços da nossa alma.
São raízes do nosso ser...porque há coisas que não se contam e morrem dentro de nós.
O insólito rodeia-nos, disso já não há a menor dúvida. E com isto acabamos por perder a nossa capacidade de nos espantarmos com qualquer coisa pois já esperamos quase tudo nos tempos que correm. Apesar disso há história engraçadas que vale a pena saber pelo original que representam. Disso é exemplo um caso que aconteceu recentemente em Inglaterra.
Um jovem resolveu casar e, como todos os outros que resolvem dar esse passo tão importante, teve que escolher um padrinho. Como todos os outros, também, escolheu para esse papel tão importante o seu melhor amigo. O interessante é que o seu melhor amigo era o seu...cão. Segundo ele, o cão não só era o seu fiel companheiro desde há 8 anos como tinha mesmo salvo a sua vida, já que detectou uma fuga de gás em casa que poderia ter originado uma tragédia.
Parece que o animal desempenhou muito condignamente o seu papel, levando as alianças atadas ao pescoço, compenetrado da sua importância. O pior foi na hora de assinar...
Vi ontem uma reportagem onde eram analisados os resultados de um estudo sobre os vícios dos jovens. Este estudo refere-se aos últimos 8 anos e os seus resultados, que poderiam parecer bastante positivos à primeira vista, se analisados mais profundamente não o serão tanto como seria desejável.
Segundo este estudo houve uma grande evolução dos hábitos dos jovens neste últimos anos, tendo o consumo da tabaco baixado drasticamente, o consumo de drogas estabilizado e o do álcool aumentado, embora não de forma alarmante. Aparece no entanto um novo vício que tem tendência a aumentar cada vez mais e que está relacionado com o avanço impressionante da tecnologia a que temos assistido.
Nesse estudo, que contou com a participação de milhares de jovens que foram sendo seguidos durante esse período de tempo, verificou-se que o número de horas que cada jovem passa, diariamente, em frente ao écran do PC, aumentou de tal forma que chega a ser alarmante.
Era referido o caso de um jovem de 22 anos, que desistiu do seu curso de engenharia porque lhe ocupava muito tempo, que apenas tem um emprego num call-center em part-time para ter mais tempo livre e tudo isto para quê? Para passar horas e horas a jogar on-line.
A família, que não quis ser filmada, disse ao jornalista que há muito tempo que ele não fazia as refeições com a família e que havia dias que mal o viam. O diálogo era inexistente porque ele, quando está em casa, está fechado no quarto a jogar e não quer ser interrompido.
Estava a assistir a esta reportagem e estava a ver ali o que foi a vida da minha família até há pouco tempo e conseguia sentir a preocupação daqueles pais porque também eu a senti durante meses e meses.
O meu filho mais velho também esteve viciado no mesmo jogo que aquele jovem joga e chegou a estar 16 horas seguidas a jogar, sem interrupção. Posso dizer que é uma terrível sensação de impotência porque quando um filho é independente financeiramente e tem 23 anos, há muito pouco que possamos fazer. Para nos consolarmos dizíamos que era bem melhor ele estar ali em casa, onde o sabíamos seguro, do que andar por aí até às tantas, sabe-se lá a fazer o quê, mas era um triste consolo porque o víamos pálido, com ar doente e qualquer tipo de conselho que tentássemos dar era encarado como uma crítica, um ataque e, portanto, mal recebido.
Chegámos a pensar em desligar a internet porque era fonte diária de discórdias entre todos, mas não achávamos justo privar o resto da família desse recurso. E então, quando não víamos luz ao fundo túnel e pensávamos que só iria piorar, assim de um dia para o outro, deixou de jogar.
Ninguém imagina o alívio que é voltar a vê-lo bem disposto, a brincar com o irmão, a conversar connosco, a ajudar em casa...É uma felicidade imensa tudo voltar ao normal. Queria deixar, por isso, a minha palavra de esperança para todos os pais que estejam a passar por este problema: não desanimem porque melhores dias virão.
Depois de andar a arrastar uma rouquidão desde o início do ano lectivo, já lá vai um mês; de duas infrutíferas visitas ao médico de família onde me foram receitados medicamentos que não me fizeram efeito nenhum e de só ter conseguido consulta para um otorrino no próximo dia 23, aqui me encontro hoje em casa sem poder ir para a escola, porque o meu instrumento de trabalho está "danificado".
Para dizer a verdade, no último mês cada vez que abria a boca fazia lembrar alguém cujo o "alimento" preferido fosse mesmo um copito de bagaço. Ainda pensei por breves momentos que este tom de voz me dava um ar sexy, tipo Betty Faria :-), mas a verdade é que é extremamente cansativo para mim tentar fazer-me ouvir diante de 25 gaiatos que se estão nas tintas para o que eu digo.
E, à tarde, o cansaço devido ao esforço, reflectia-se na minha impaciência, no meu desejo enorme de chegar a casa e descansar finalmente.
Um descanso forçado mas nem por isso menos bem-vindo. Estava mesmo a precisar!
Dizia-me à pouco uma colega que, tendo ido a uma reunião de Formação ao Sábado ( sim, porque quem quer fazer Formação faz aos Sábados ou depois das 18 h nos dias de semana...), tinha falado com muitos colegas e que todos foram unânimes em manifestar a sua desmotivação e desânimo perante uma profissão que necessita acima de tudo do nosso empenho e gosto no que fazemos.
Mas como poderemos nós andar motivados se somos desautorizados constantemente pelos encarregados de educação, pelas Direcções Regionais e pelo próprio Ministério da Educação?! É muito difícil, se não impossível, trabalhar com entusiasmo e vigor quando se entra na sala de aula e encontramos turmas como a minha, composta de 25 alunos que vão do 1º ao 4º ano de escolaridade, com 6 alunos de etnia cigana que não conseguem estar sentados quanto mais acompanhar o ritmo dos colegas, com 2 crianças de Ensino Especial, em que durante o dia ando numa roda-viva sem saber para onde me virar primeiro.
Depois há ainda a quantidade enorme de burocracia que quase nos afoga em papelada, as actividades extra-curriculares que não deixam tempo às crianças para brincar e gastar energias, energias essas que dificultam depois o nosso trabalho, quando o "não te levantes", o "estás a ouvir?" e o "está calado" são as frases que mais se ouvem durante o dia, na sala de aula.
Enfim, parece-me que a maior desmotivação dos Professores é a cada vez maior diluição das suas primeiras funções em trabalhos para que, à partida, não estavam, nem queriam, estar preparados. É a crescente desresponsabilização dos alunos em relação às suas obrigações. É a frequente desautorização dos profs por parte dos pais e até doutros colegas que não percebem que se estão a desautorizar a si próprios e que acabam por sofrer as consequências mais cedo ou mais tarde. É o masoquismo da classe.
Todos os dias Deus nos dá um momento em que é
possível mudar tudo o que nos deixa infelizes.
O instante mágico é o momento em que um
"SIM" ou um "NÃO" podem mudar
toda a nossa existência. (Paulo Coelho)
Ontem ouvi uma anedota que me fez rir bastante e que agora partilho com vocês:
Fizeram um questionário a personalidades famosas de Hollywood e uma das questões que se colocava era "Qual é a pergunta que lhe fazem mais frequentemente?".
Nicole Kidman respondeu que a pergunta mais frequente dos fãs era "Qual é o seu próximo trabalho?". Cameron Diaz disse que normalmente lhe perguntavam "pode ler um guião que eu escrevi?". E o OJ Simpson respondeu que a pergunta mais frequente era "Porque é que me está a esfaquear?".
E então, que tal, é engraçada ou não é? :-)
Há pensamentos que nos tocam e, ao encontrar este, que achei muito pertinente, resolvi partilhá-lo. Espero que gostem tanto como eu.
"Aproveite este dia e ame com todas as forças do seu coração,
sem restrições, sem ver defeitos ou tristezas.
Conjugar o verbo amar é escrever uma história feliz.
Não espere que a melhoria, a prosperidade e o bem-estar
caiam do céu milagrosamente, sem fazer força.
Tudo tem o preço da conquista, da busca, da participação, do esforço.
São muito potentes os talentos que você dispõe,
ainda não explorados pelo
seu pensar e sentir,
e muitas são as suas possibilidades de crescer e
conquistar o que mais quer ou precisa,
chegando à felicidade.
Basta que não amasse nem rabisque de forma
inconsequente essa página em
branco, chamada hoje.
Pense nisso!"
(Autor desconhecido)
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