Em resposta ao desafio proposto por vários amigos aqui vai, para que me fiquem a conhecer um pouco melhor:
O dia mais triste da minha vida:
O falecimento da minha avó materna.
O que mudou a minha maneira de olhar o amor:
A primeira vez que vi cada um dos meus filhos foi inesquecível. Desde esse momento soube com certeza que o AMOR infinito era uma coisa real e palpável ( e tinha um adorável cheiro a bebé)
O meu carro de sonho:
Um carro para mim vale pela utilidade que tem. Se andar bem, for confortável, gastar pouco, for vermelho e tiver o símbolo de um cavalinho desenhado no capot , não é preciso mais nada. :-)
A melhor passagem de ano:
Já tive muitas passagens de ano inesquecíveis mas talvez escolha realçar uma que foi há quase 27 anos atrás e que aconteceu 4 dias depois do meu casamento, portanto em plena lua-de-mel.
O meu livro favorito:
Sou uma fanática pelos livros em geral e por isso é-me extremamente difícil escolher apenas um. No entanto, ao escrever estas palavras veio-me à ideia um que li na minha juventude e que me tocou profundamente: O diário de Anne Frank .
O meu filme favorito:
Tal como na literatura, também sou uma cinéfila com um gosto muito ecléctico que vai desde o terror à comédia passando por todos os outros géneros. A minha escolha vai para um filme que eu e a minha filha tínhamos por hábito ver no dia de Natal e que ambas adorávamos: Música no coração
Gosto de:
Sou doidinha pela minha família, adoro os dias especiais em que nos reunimos todos, recordando sempre quem já não está entre nós fisicamente. Também guardo um lugar muito especial para os amigos, sem os quais a vida seria um "pão sem sal".
Para além disso, adoro viajar, passear, conversar, ler, ir ao cinema, rir, etc., etc., etc.
Convido todos os amigos que fazem a gentileza de me visitar, para que respondam a este desafio.
Já escrevi várias vezes sobre este assunto e não hesitarei em fazê-lo quantas vezes forem necessárias para mostrar a minha enorme preocupação com o rumo que o nosso país está a tomar, com acontecimentos que fazem lembrar os tempos da "outra senhora".
Desta vez o caso refere-se à visita feita à sede do Sindicato de Professores do Centro por parte de agentes da Polícia de Segurança Pública que, numa atitude claramente intimidatória de que não há memória depois do 25 de Abril, queriam saber que protestos estavam a ser preparados para a manifestação de hoje, a decorrer aquando da recepção ao Primeiro Ministro, em Castelo Branco. Para além disto arrogaram-se ainda no direito de dar conselhos para que os manifestantes tivessem cuidado com a linguagem utilizada para que não fosse atentatória da dignidade pessoal.
E com isto tudo pergunto eu: E tudo o que tem sido feito contra todos os trabalhadores, sejam eles professores ou não, não tem sido um atentado contra a dignidade pessoal e profissional de cada um de nós??!!
Enquanto os habitantes da cidade de Beja dormiam o sono dos justos, prontos para mais um dia de pacatez na sua cidade, o hipermercado Modelo era alvo de um assalto.
A notícia correu célere pela cidade logo pela manhã bem cedo e entre a incredulidade e o espanto, tudo se confirmou. Entre cinco e sete homens encapuzados arrombaram a porta envidraçada do Hiper com uma carrinha e, com essa mesma viatura, arrastaram uma das caixas Multibanco existentes lá dentro. Fonte policial confirma a possibilidade de o "trabalho" ser da autoria de um grupo de pessoas que já perpetrou idênticos assaltos em várias localidades alentejanas.
E é assim que nos apercebemos que o nosso paraíso vai ficando igual a todas as outras partes do mundo: tristemente inseguro.
Há certas coisas que se eu não ouvisse com os meus ouvidos, se me fossem contadas por outras pessoas, eu diria que eram mentira. Vi recentemente um programa em que um psicólogo se propunha confirmar a sua teoria de que a importância das pessoas se media pelo seu aspecto exterior, por mais que todos rejeitassem essa ideia.
No decorrer da pesquisa encontrou uma mãe que tinha duas filhas, uma delas linda e, segundo a mãe, uma verdadeira princesa. a outra era uma criança obesa e com problemas de descoloração da pele e a mãe recusava-se a sair com ela, que inclusive dormia num colchão no chão do quarto da irmã, cuja cama de dossel fazia lembrar a de uma verdadeira princesa. Dizia essa belíssima mãe também que a filha sabe muito bem que não pode comer para não engordar (a criança tem sete anos!) e descrevia-a como uma "desmazelada" que não se preocupava com a aparência. Comprava roupa para uma em lojas de marca e para a outra nos supermercados porque, segundo palavras dela, a roupa boa era um desperdício nela...e como isto muito mais. Deu-me uma revolta enorme ouvir uma mãe falar assim da própria filha e acho extraordinário que as pessoas continuem a julgar os outros pela aparência exterior.
A beleza de uma pessoa não está nas roupas que ela usa, na imagem que ela transmite ou na maneira que ela penteia os cabelos.
A beleza de uma pessoa tem que ser vista a partir dos seus olhos, porque essa é a porta para o seu coração, o lugar onde o amor reside.
A beleza de uma pessoa não está nas marcas do seu rosto pois a verdadeira beleza de uma pessoa está reflectida na sua alma.
A beleza de uma pessoa está no cuidado que ela amorosamente tem pelos outros, na paixão e carinho que ela demonstra em tudo aquilo que faz.
E a beleza de uma pessoa, com o passar dos anos, brilha cada vez mais!
Gosto de saborear as palavras, de sentir a sua textura subtil ou imediata, descobrir o seu significado, mesmo o mais escondido. Há palavras que são salgadas como lágrimas, outras ácidas como limão, outras amargas como fel...e depois, há palavras que são doces como mel, como sorrisos.
Gosto de as sentir como se escorressem da minha mente, como água límpida, escorrendo por entre os meus dedos e tomando forma no papel mas, por vezes, os pensamentos são tantos que se atropelam uns aos outros e, aí, é difícil organizar as ideias de forma coerente ou satisfatória.
Queria ser capaz de comunicar com facilidade os meus sentimentos mas, muitas vezes, eles sufocam-me completamente, anulando qualquer hipótese de coerência, o que dá origem ao silêncio que se ergue como uma barreira.
Há quem utilize as palavras como armas para ferir, para rebaixar, para humilhar os outros. Na minha opinião, são demasiado preciosas para se desperdiçarem assim.
De há uns tempos para cá comecei a ter problemas com o meu blog, do género de querer abrir a página, ler os comentários ou escrever um post e estarem constantemente a aparecer sites de conteúdos, digamos, impróprios e desagradáveis. Isto arrastou-se durante algum tempo mas nunca imaginei que os meus visitantes também fossem incomodados com esse problema.
Após ser avisada por dois amigos que costumam comentar o meu blog, fiquei deveras chateada e, simultaneamente, sem saber o que fazer. Valeu-me o pessoal da ajuda técnica do Sapo a quem pedi que me ajudasse a resolver esta situação embaraçosa.
O problema devia-se a um contador que eu tinha instalado e que trazia agarrados os ditos sites, não sei com que objectivo. Não consigo compreender porque acontecem coisas destas e como podem abrir-se sites sem que o desejemos. Quem quer ver sites de conteúdos desse género vai procurá-los e devia ser proibido que acontecessem coisas como estas.
A todos os amigos que me visitam e que porventura se tenham sentido incomodados com os sites que abriam sem serem desejados apresento as minhas sinceras desculpas e obrigada por não terem desistido de voltar e comentar as minhas "escritas".
Segundo afirmou hoje o Director da Faculdade de Medicina do Porto, se metade dos fumadores existentes deixassem de fumar, evitar-se-iam 400 milhões de mortes causadas pelo tabaco. Não sei se é impressão minha mas este número pareceu-me gigantesco!
Como apenas fumei um cigarro em toda a minha vida (e foi porque estava com uma dor de dentes tremenda e não sabia o que fazer mais para me passar a dor pois não podia tomar analgésicos por estar grávida), e achei o gosto verdadeiramente repugnante, tenho sérias dificuldades em entender o que motiva um fumador.
Acho incrível o facto de haver famílias que passam sérias dificuldades devido aos baixos rendimentos mas que arranjam sempre dinheiro para tabaco. Como é possível continuarem a fumar com os avisos que se encontram em cada maço de tabaco é algo que nunca conseguirei perceber. Para além disto, prejudicam todos os que se encontram no mesmo recinto como, por exemplo, restaurantes. É uma coisa que detesto, estar a comer e sentir no ar o fumo de tabaco. Até a comida perde o sabor!
E cada vez se encontram mais jovens fumadores, cada vez mais jovens e isso preocupa-me bastante até porque tenho um filho fumador. O mais engraçado é que várias pessoas que conheço que têm esse vício, dizem que no dia em que quiserem parar, conseguem sem dificuldade. Só que esse dia nunca mais chega e os dentes vão ficando mais amarelos, o hálito mais desagradável e isto para não falar do que não se vê, como os pulmões.
Foi agora posta à venda uma nova terapêutica para ajudar a deixar de fumar mas os seus custos não estão ao alcance de qualquer carteira pois rondam os 100 €.
Esperemos que os fumadores estejam cada vez mais sensibilizados para o mal que fazem a si próprios e aos que os rodeiam. Os que fumam que me perdoem este desabafo.
Ouvi recentemente, num serão de contos, uma história interessante. Trata-se de uma história africana e conta que algumas tribos utilizam um engenhoso método para apanharem macacos que são uma das suas iguarias preferidas. Como são animais bastante espertos e passam todo o tempo a saltar de ramo em ramo, de preferência nos mais altos das árvores, os nativos desenvolveram um sistema infalível para os caçarem: Pegam numa cabaça de boca estreita e metem lá dentro uma banana. Depois, é só amarrar a cabaça a uma árvore frequentada pelos macacos, afastar-se e esperar calmamente.
Os animais, extremamente curiosos, descem, olham para dentro da cabaça e vêem a fruta. Depois, metem a "mão" lá dentro e apanham-na mas, como a cabaça tem a boca estreita, eles não conseguem retirar a banana. Surge-lhes então um enorme dilema...se largar a banana, a mão sai e ele consegue fugir, livre. Caso contrário continua preso na armadilha. Invariavelmente o resultado é o mesmo. Os macacos recusam-se teimosamente a largar a fruta e os nativos apanham-nos calmamente e com pouco trabalho.
Não admira que sejam caçados pois a inteligência é um dom apenas reservado ao Homem. Era tão fácil largar a fruta e fugir, sem mais delongas. O problema é a importância exagerada que os macacos dão à banana. Se ela já está ali na sua mão parece uma insanidade largá-la, independentemente das consequências dessa imprudência.
A história lá continuava e tinha até um final engraçado ao qual já não prestei muita atenção porque fiquei a pensar como, muitas vezes, somos parecidos com os macacos.
Quantas pessoas não conhecemos que apenas sabem queixar-se do emprego, que detestam mas que nunca fazem nada para procurar outro que os satisfaça? Quantos casais têm relacionamentos deteriorados em que não existe felicidade mas, em vez de partirem para outra vida, insistem em ser miseráveis muitas vezes traindo e sendo traídos? Quantas pessoas não são infelizes por causa de decisões antigas mas que vão sempre adiando a decisão de percorrer um novo caminho que talvez as conduzisse na direcção da alegria de viver?
Concluí então que, afinal somos mesmo como aqueles macacos e também que a vida é demasiado preciosa para a trocarmos por algo que, apesar de já estar na nossa mão, nos leva direitinhos ao caminho da infelicidade.
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