No espaço de uma semana aconteceram 3 homicídios perpetrados em nome de um amor do qual não consigo entender a essência.
Que amor é este que levou um homem a matar a mulher com três tiros, na passada quarta-feira, em Almada?!
Que amor é o que levou à morte de uma jovem mulher de 34 anos, nos Açores, depois de agressões graves levadas a cabo pelo marido, que se somaram aos maus-tratos a que já estava habituada (será que alguém alguma vez se consegue habituar a ser maltratada por quem lhe jurou amor e protecção eternos...) ?!
E finalmente, ontem de manhã, um jovem estudante universitário de 23 anos, assassinou com uma facada no pescoço a namorada de 20 anos, depois de a ter atraído ao local escolhido, sob pretexto de terem uma conversa. Quem sabe com que sentimentos teria ela ido ao encontro do seu carrasco. Talvez esperança de conseguirem resolver alguma discussão anterior... Talvez o desejo de encerrar definitivamente uma relação deteriorada pela incompatibilidade de personalidades... Tudo, menos a ideia de que estava a viver os últimos momentos da sua vida pois o namorado, julgando-se Deus, achou-se no direito de lhe roubar a vida quando ainda mal tivera tempo de desfrutar o que ela tem de melhor.
Em seguida o homicida entregou-se às autoridades, talvez finalmente compenetrado do acto que acabara de cometer. Mas, então, era já muito tarde pelo menos para ela. Porque para ele não há grandes problemas pois o mais tardar daqui a 3 ou 4 meses está cá fora outra vez pronto para fazer o mesmo outra vez, se assim lhe aprouver.
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