Tenho acompanhado o melhor que posso o caso da menina de etnia cigana desaparecida em Espanha. A falta de tempo impede que veja todo o telejornal ou que leia a imprensa diária on-line, como era hábito e por isso posso estar a fazer juízos de valor precipitados, mas parece-me ser evidente a diferença de tratamento dado a este caso pela comunicação social, em comparação com o caso de Maddie , desaparecida em Maio no nosso país.
Continua a espantar-me a influência que um punhado de notas e um nome sonante têm para se dar atenção a um caso tão terrível como o desaparecimento de uma criança a nível mundial, envolvendo até o Papa e membros do governo. E que dizer dos fundos criados pelos pais à custa de donativos que ninguém controla, não se sabendo onde terá sido empregue o dinheiro, uma vez que as suspeitas em redor dos pais ainda não se desvaneceram, continua a ser utilizado à vontade por eles.
Que eu saiba, para os pais da pequena espanhola ainda não se marcaram visitas a Roma. Ainda não se criaram fundos de milhares de dólares para serem utilizados nas buscas. Ainda não se mobilizou meio mundo para procurar a menina.
Todas as acções a que temos assistido têm a marca da simplicidade de pessoas que se organizam, de boa fé, para ajudar o próximo e não a de uma máquina de propaganda bem oleada.
É fácil apreender o desgosto daquela mãe ao olhar para o seu rosto destroçado, tão diferente da esfinge controlada da outra mãe, que tão bem sabia esconder as emoções (será que as tinha?). Que Deus permita que esta criança seja encontrada bem de saúde, já que da outra não acredito que algum dia tenhamos notícias.
. Esperar
. O valioso tempo dos madur...
. Filhos
. Hoje
. Humor
. Alentejo
. in-util
. Amigos
. Milena
. Vida
. Caty
. Migas
. rcarlos
. Tibéu
. Princesa
. Raio