A colega Zélia despediu-se deste mundo. Finalmente a doença venceu a guerra que há anos travavam onde ela se revelou sempre uma pessoa com fé e esperança num futuro melhor, livre do espectro duma ausência de futuro. A despedida final foi no Sábado, um dia triste e cinzento como ficam os corações dos que a amam. A chuva marcou presença, misturada com as lágrimas dos que choravam a sua partida e nunca a esquecerão.
Deixa, assim, os filhos ainda tão jovens e essa foi certamente a sua maior preocupação, ao ver que não conseguia lutar mais. A dor deles prolongar-se-à no tempo pois a partida prematura de alguém, ainda mais sendo a mãe, deixa sempre marcas terríveis.
É verdade que ela partiu mas a sua memória permanecerá inalterada em todos os que com ela lidaram. Que Deus guarde junto a si a sua alma e lhe dê o descanso que tanto merece.
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