Fecho os olhos. Cerro a boca. Respiro fundo, bem fundo. Fecho as mãos com força e torno a abri-las, bem devagar. Descontraio o corpo e sinto a tensão acumulada a desaparecer.
Fecho também o pensamento e já não ouço os sons do exterior. Não ouço os carros a passar, nem os pássaros a chilrear lá fora, nem as vozes apressadas. Deixo tudo desaparecer lentamente e fico aqui, apenas existindo.
Neste instante perco o conceito de dimensão e já não me consigo definir (não que o queira fazer...). Sou apenas e somente aquilo que eu quiser. Sinto-me...não me sinto...e sem um sentir material sou apenas essência pura.
Desejava eu ficar aqui, assim, eternamente. Ausente. Mas já ouço a realidade a chamar.
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