Longe de mim armar-me em vidente, mas tenho que confessar que esta notícia do arquivamento do caso Maddie não me surpreendeu mesmo nada. Vivemos num país de brandos costumes onde uma conta bancária bem gordinha vale muito mais do que qualquer lei e, como tal, o que aconteceu já era esperado há muito.
Senão, veja-se o caso de nomes sonantes envolvidos em casos mediáticos que ficaram todos, falando em bom português, em águas de bacalhau: Vale e Azevedo, Pinto da Costa, Valentim Loureiro, Carlos Cruz... Ora porque havia de ser diferente o caso de um casal com relacionamentos ao nível do governo britânico que até se deu ao luxo de ter um assessor de imprensa (que grandes celebridades!) enviado pelo 1º ministro?
O que me espanta é que, para além de não serem punidos pelos seus actos, ainda conseguiram a proeza de fazer "rolar cabeças" na PJ. Assim, pessoas com provas dadas na investigação de crimes e colocadas em altos cargos daquela instituição, são forçadas a abandonar a sua carreira. O último exemplo foi Gonçalo Amaral que explicou publicamente que se reformou para atingir «plenitude de liberdade de expressão» e consequentemente poder defender-se.
Segundo palavras suas, "a menina foi morta naquele quarto, naquela noite" portanto, quem sou eu para duvidar da palavra de um investigador que nos últimos meses foi o responsável pelo caso? Já sabem, meus amigos, se alguma vez pensarem em prevaricar e passar para o outro lado da lei assegurem-se primeiro que têm a conta bem recheada...ou que têm conhecimentos em algum governo.
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